quarta-feira, 18 de novembro de 2015

Limite!!!

Limite,uma palavra que nós remete a várias interpretações,a vida atual nós faz repensar qual nosso limite diante dos desafios diários,de que forma manter-se saudável física e mentalmente diante das questões que nos levam a exaustão.Questiono-me diariamente,o por que de nos impormos metas e limites que desgastam nosso emocional,por que nos atraímos por situações e pessoas que sugam nossa energia e de certa forma instalam uma obrigatoriedade de limites a serem vencidos.
A tolerância tanto das frustrações ,quanto do suportar exigências nos faz adoecer,nos faz castigar corpo e mente,e isso pode ser um suicídio velado dos nossos desejos.Por que queremos a qualquer preço ter a aceitação e aprovação do outro,se na verdade o outro é tão falha quanto.
Há tantos questionamentos que nos levam ao limite,os por quês muitas vezes sem que percebamos,nos matam,aniquilam nosso otimismo e nossa crença no semelhante.Durante nossa existência há um colecionar ,por vezes inconsciente de expectativas,desejos e vontades que são nocivos e habitam nosso viver.Devemos questionar,QUAL O NOSSO LIMITE?

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Reconstruir-se !!!

Não sei o por que,ou talvez até o reconheça em alguns momentos,o certo é que buscamos por longos e tortuosos caminhos nos conhecer.A convivência diária com o que somos,ou julgamos ser por vezes cria realidades paralelas,que nos confundem e nos leva a transitar em mundos obscuros.Há medos e receios do que julgamos existir apenas pra nos por em xeque,e são estes questionamentos que constroem pensamentos recorrentes que aos poucos nos dominam e nos cegam.
Quando o envelhecer já não é apenas uma hipótese,e passa a se mostrar todos os dias no espelho,há uma turbulência de sentimentos,começa um desconstruir do que fomos até então,e tudo passa a parecer sem nexo ou simplesmente se instala um vazio e um silencio perturbador.Não se pode infelizmente retroceder ou parar o tempo,resta-nos apenas seguir,eis aí que começa a reconstrução de novos olhares sobre o que e quem somos.
Nós mulheres percebemos o envelhecer de forma diferentes dos homens,mesmo que fisicamente os sinais sejam quase irmãos gêmeos.Perder hormônios que por longos anos sustentaram nossas pulsões de vida,nos remete a momentos depressivos e depressíveis,por que há uma cultura que para todo sempre nós mulheres sejamos o modelo vivo das perfeições terrenas.
Não deveríamos nos escravizar diante da existência,pois essa é efêmera, porem,não tem como passar ilesa diante das transformações que o envelhecer trás.Queremos e devemos reconstruir novos paradigmas ,pois só assim sobreviveremos as nossas produções assombrosas sobre o estar ou ser velho.