Vamos de novo, sol e frio, nada de novidades no clima sulista, alguns contam os dias para que o verão retorne e as altas temperaturas se façam presente.
Não sou uma cientista política, nem tão pouco entendo deste universo, mas sou uma cidadã com senso critico e consigo perceber quando algo não é saudável politicamente. Nestes últimos oito anos tivemos como presidente um representante da massa operaria, o qual eu particularmente militei e apostei desde o meu primeiro voto, isso lá aos meus 17/18 anos.
Algumas décadas depois, um militante da causa operaria ganhou o planalto central e junto com essa subida, todas as expectativas de um povo sofrido. Nunca (que eu me lembre, nem mesmo FHC) um presidente brasileiro ganhou tanto espaço na mídia internacional, não me lembro de ver ou ouvir um presidente do Brasil estar no meio das grandes potencias mundiais e se fazer ouvir.
Bem, esta notoriedade e até credibilidade, resultou em um alto índice de aprovação do presidente Lula da Silva, e que com certeza irá refletir nas eleições desde ano e por conseqüência na possível vitoria da candidata Dilma. Na verdade, nós brasileiros esperamos tão somente que políticas publicas eficazes se concretizem e não se governe para americano ver.
Já na Venezuela, o senhor Hugo Chávez, com seu jeito excêntrico de ser, novamente causa polemica, ao romper acordos diplomáticos com a Colômbia ao ser divulgado a presença de membros das FARC’s em território venezuelano, com o suposto conhecimento do governo da Venezuela.
Para alguns, Chávez é um lunático, um ditador e até mesmo um fanático. Eu o vejo como um bairrista, perdido em seus ideais políticos. Desde sempre Hugo Chávez se mostrou avesso a democracia e aos acordos diplomáticos, seja visto a crise com o próprio Brasil no episódio das empresas brasileiras de petróleo.
Até aqui nenhuma grande novidade, o que se espera que este impasse se resolva, já que nosso presidente gosta de ser o pacificador(com seus acordos e apoios que geram polemicas, vide Cuba), e em ano eleitoral não é salubre comprar brigas sem conhecer os verdadeiros “brigões”.