Peço desculpas, mas tento mudar o rumo da “prosa”, porém toda vez que me aventuro a ler as noticias sobre os presidenciáveis, choco-me e como forma de não ter um infarto fulminante escrevo.
A mais nova perola da candidata Dilma, foi ceder as pressões das igrejas e resolver redigir uma carta aberta, onde ira se comprometer em não alterar a lei do aborto, bem como se posicionar contra a união homoafetiva (o casamento entre homossexuais).
No mínimo uma vergonha, para não usar uma palavra chula, este retrocesso, nada mais é que a verdadeira face da política brasileira, onde se muda de postura conforme se é pressionado, triste figura da senhora Dilma.
Segundo matéria da Folha.com, afirmou o senador Marcelo Crivella (PRB-RJ): "Ela não vai encaminhar nem sancionar qualquer coisa que ofenda os direitos religiosos, que descriminalize o aborto ou que promova o casamento homossexual.
Triste perceber a falência da política no Brasil, pela primeira vez em quase trinta anos como eleitora, irei às urnas e votar em branco.Nego-me a compactuar com este retrocesso primário ao qual estamos voltando.Há valores que são incorruptíveis e não posso ver negado o direito de se ter um país que conceda direitos iguais a todos seus cidadãos.
Ter que admitir minha frustração igualasse a quando aos seis anos de idade descobri que Papai Noel não existia e vi minhas fantasias todas se acabarem. É assim que me sinto, ao ler estas declarações, traída nas minhas crenças em um partido, em pessoas que esperei que fossem ser os representantes das mudanças que tanto esperamos.


