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segunda-feira, 19 de julho de 2010

Subjetivamente Subjetivo ( redundante eu sei, proposital)....

Segunda-feira, frio, chuva e aquela velha sensação de ressaca. Sempre interessante chegarmos a uma nova semana e poder fazer uma varredura nos acontecimentos do fim de semana .Curados dos efeitos inebriantes dos aditivos etílicos, nosso olhar fica mais critico, e por conseqüência podemos fazer um balanço imparcial sobre os fatos.

Ainda dando noticia o caso “Bruno” e sua estranha forma de resolver os problemas. A passionalidade nem sempre é o melhor caminho e agir como “Jack” em nada soluciona nossas crises diante da vida.

Interessante somos não por que possuímos raciocínio, que teoricamente nos diferencia dos demais animais desta fauna. Mas por que em determinados momentos cremos pertencer a um universo que só cabe nosso próprio umbigo.

Já escrevi alguns textos, que foram aqui publicados, e como é comum a mim, não costumo usar nomes, apelidos ou qualquer outra referencia que identifique o meu interlocutor, todavia, é comum que vez ou outra alguém se identifique com o conteúdo aqui explicito.

Óbvio que em alguns casos escrevo sobre situações que de alguma forma me atingiram, positiva ou negativamente, mas como já diz o nome do meu blog, “Subjetividades”, que nada mais quer dizer que a leitura pessoal de cada um sobre determinada situação.

Quem gosta de ler, com certeza já se deparou com textos que parecem ser escritos especialmente pra nós, depende muito do estado emocional e o problema que estamos enfrentando. Mas insisto, tudo é uma questão de SUBJETIVIDADES.

Mas como possuo mais que um neurônio, sempre dou um jeitinho de deixar explicito nas entrelinhas onde quero chegar, uma qualidade que possuo e não uso de falsas modéstias para verbalizá-la, por que inteligência se tem ou não, uma questão de sorte. E para ser inteligente não é preciso ter corpo de miss ou usar chapinha( mesmo por que, chapinha e chuva não combinam).

Vivas para a autenticidade e a coragem de fugir das mesmices e não se esconder atrás de provedores e viver uma vida dupla.Eu quero sempre o melhor , e o melhor é poder ser eu com alegria e veracidade de ação.

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Hibernação Mental......

Dias e noites frias por terras gauchas, o inverno parece que chegou antecipado por aqui. Estação especial esta a do frio, ao contrário do verão, onde tudo e todos estão ou parecem mais disponíveis, mais avulsos, o inverno cria certo ar de quietude, de embotamentos e de pensamentos recorrentes.

Estranho eu estar aqui e não estar falando sobre as guerras, a política ou as desgraças mundiais? É sim, mas resolvi ousar, escrever sobre o que julgo estar sentindo e ao mesmo tempo tentar passar a idéia de que reconheço meu estado de hibernação mental.

Corremos dias, horas, minutos em busca do que sequer sabemos o que é, e esta busca inconformada pelas nossas projeções, esta nos deixando solitários, mesmo que em companhias de outro igual.

Aqui estou sozinha, na silenciosa companhia do meu cafezinho, cigarrinho e o único som que escuto é os das teclas do computador. Eu um ser hiperativo, cheio de idéias, planos e com uma personalidade que muitas vezes foge ao que se possa chamar de “normal”, me vejo refém de mim mesma. Isso não é bom, pois gera tão somente componentes explosivos, que confesso ser perigoso e nocivo.

Brinco com minhas limitações sejam elas de ir e vir, quanto às intelectuais. Sim, intelectuais, pois embora dotada de milhões de neurônios (ativos) às vezes ajo e reajo como alguém com seqüelas neuronais. Deve ser a tal maturidade, que nos faz retroceder e segurar a língua dentro da boca, como dizia minha sábia vovozinha.

Mas calma lá, eu estou dizendo que me sinto assim, mas que não sou assim. Portanto, aviso aos navegantes, o epicentro do perigo é exatamente este, o meu suposto conformismo.