Em tempo de coligações e armações políticas, onde a ordem é esquecer as brigas e juntar forças, afinal é ano de eleições, estamos ainda pagando por erros do passado.
Segue a saga das “pulseiras do sexo”, outras tantas cidades brasileiras sancionando leis de proibições nas escolas. Mas é fora do ambiente escolar, quem fiscaliza? Como de praxe criamos leis de “tapa buracos”, sem planejamentos para prevenções.
Não bastassem todas as misérias sociais, mais uma vez a natureza volta a cobrar “aluguel”. A cidade do Rio de Janeiro foi literalmente submersa pela fúria das chuvas.
Até agora a defesa civil computa 102 mortos e milhares de desabrigados. E claro os responsáveis se eximem de culpas e as transferem para a população.
A pergunta é: “Em ano de olimpíadas, teremos tapetes suficientes para esconder nossas deficiências?”. Afinal, pertencemos ao terceiro mundo, com a pretensão de nos tornarmos o primo rico dos “Gs” mundiais.
O certo é que, ao que tudo indica uma vez tupiniquim, sempre tupiniquim.
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