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quinta-feira, 15 de abril de 2010

Oigalé tchê porquera......

Estou no Brasil, este país que é resultado da troca de pentes e espelhos, por nossas riquezas naturais. E talvez esteja eu a devanear, mas penso que toda esta sujeira política, de dinheiro em cuecas, meias, ou barganhas é herança genética oriundas lá em 1500.

Moro ao sul deste país ainda tupiniquim, em um estado que já teve (alguns ainda têm) a pretensão de se desvincular do mapa e fundar sua própria republica. Estou em Porto Alegre, à capital alegre dos pampas.

Alegre? Como podemos estar ou ficarmos alegres, se em pleno século XXI pessoas morrem eletrocutadas em paradas de ônibus? Sim, aqui em Poa city meninos de 21 anos morrem ao esperar o ônibus para irem para casa após um dia de trabalho e de aulas noturnas.

Tudo bem deve ser este o ônus do crescimento, da globalização, de termos sobrevivido a marolinha da crise mundial. Mas o que potencializa estes acontecimentos é o jogo de empurra advindo das autoridades competentes (?).

Há um tal de é tu, não sou eu, que envergonha e por vezes nos paralisa. Ver aquele pai sofrido e lamentando a perda de seu único filho, e tão somente querer que alguém seja responsabilizado ou se responsabilize.

Pura utopia, nesta queda de braço o único perdedor será o povo, lembrado depois de junho,quando começara as campanhas políticas na guerra pelo “Palácio Piratini”.

E a parada de ônibus? Ainda esta lá na AV João Pessoa, ainda com descarga elétrica. E a EPTC e a CEEE? Ainda brincando de gato e rato.