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quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Culpa ou Responsabilidade?

Freud acreditava que o desejo sexual era a energia motivacional primária da vida humana, também acreditava que a libido amadurecia nos indivíduos por meio da troca de seu objeto (ou objetivo). Argumentava que os humanos nascem "polimorficamente perversos", no sentido de que uma grande variedade de objetos possam ser uma fonte de prazer, sem ter a pretensão de se chegar à finalidade última, ou seja, o ato sexual.

Embora não seja eu uma seguidora das teorias freudianas, tenho que reconhecer que ele contribuiu e muito para que pudéssemos entender como funcionamos psiquicamente.Suas teorias sobre a sexualidade humana nos propiciam ter uma noção dos nossos comportamentos por vezes patológicos.

Sou psicóloga, e como tal busco muitas vezes entender o que acontece ao meu redor com um olhar mais direcionado e critico, porém confesso que esta cada vez mais difícil estabelecer parâmetros para o comportamento sexual humano na atualidade.

O homem enquanto definição de gênero, esta cada vez mais distante do afetivo e do emocional, embora saibamos que heranças culturais e o instinto predador contribuam para isso, em contraponto as mulheres se perderam diante de suas conquistas e busca por igualdades, equiparando-se de forma distorcida ao mundo masculino.

Instalou-se ai um romper constante de valores e conceitos, perdeu-se identidade e tudo esta descomprometido. É esperado este furor sexual na adolescência, onde buscamos estabelecer nossa identidade sexual, na idade adulta lidamos com a sexualidade de forma mais tranqüila, mas é com a chegada da meia idade que o caos se instala.

A tão comentada idade de auto afirmação masculina, acaba por direcionar para relações fugazes, efêmeras e muitas vezes promiscuas. Homens com o comportamento adolescente, computando “transas” desqualificadas, apenas para garantir sua suposta virilidade.

Talvez seja chegada a hora de nós mulheres repensarmos nosso comportamento, e buscar identificar qual nosso real papel nesta roleta russa. Podermos mensurar qual a nossa responsabilidade nas atitudes inconseqüentes do homem do século XXI.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

E Eles Ainda Contestam !!!

Não é nenhuma novidade o caos mundial e o brasileiro por conta das catástrofes naturais, a mídia mundial esta noticiando isso em todos os meios de comunicação. E para amenizar um pouco toda esta situação, vou postar um tema por vezes polêmico. A idade da auto afirmação masculina é inegável, embora alguns homens vejam esta fase apenas como uma nova chance de fazerem o que não fizeram ou de repetir o que foi bom (neste caso reviver um pouco a adolescencia).Mas não passa da fase dos medos e receios que homens possuem em não darem conta do recado( broxarem) e sair pegando o mundo,serve como confirmação para sua "macheça". Poderia ser nada alarmante, se este comportamento não se manifestasse entre os 40 e 50 anos de vida masculina. Segundo alguns defensores ferrenhos da liberdade de vivenciar a vida de forma plena. E que esta necessidade de se mostrarem jovens, viris e pegadores não é nada nociva. Ainda segundo estes mesmos homens, este comportamento não passa de uma forma de sair da rotina,ou de quebrar a mesmice das relações estáveis (leia-se "casamento"). Mas é graças a este comportamento adolescente tardio,uma das muitas causas de separações e divórcios. Estes mesmos homens afirmam que isto não tem nada a ver, pois o casamento ainda é mantido por que há tesão e amor. Vamos combinar, se há tesão e amor, por que pular a "cerca" em busca de "trepadinhas" fugazes. Já sei, estes tais homens defensores do "bem viver",devem estar dizendo: "Mas isso é cultural,desde sempre nós homens buscamos prazeres fora de casa e sempre voltamos. Voltam sim, por que romper convenções, deixar ganhos secundários ou arcar com pensão pós separação nem sempre é o melhor negócio. Fato é que encontrar "tio Sukita" esta cada vez mais fácil, homens maduros "comendo" de tudo um pouco, e por consequência o número alarmante de novos casos de HIV entre mulheres que estão em relações estáveis. Graças a esta nova geração de "Tios Sukitas", que moteis ainda sobrevivem em pleno Século XXI, onde fazer sexo já é liberado em casa para adolescentes de fato. Mas como dizem: "Cada caso é um caso", e a idade de auto afirmação masculina ainda será percebida pelos homens como a transição da idade adulta para a velhice, e o que lhes torna "machos", não é a quantidade de mulheres que levam para a cama, e sim o que fazem para manter uma única mulher com qualidade. BOM FINDE A TODOS NÓS !!!

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

De A as Gs.....

Calor desértico por aqui, Porto Alegre parece estar localizada na boca de um vulcão, e este calor só aumenta os riscos de novas chuvas. Mas embora saibamos que as misérias existam, hoje vou amenizar o diálogo. Estava lendo ontem um artigo sobre os mitos e verdades sobre o ponto "G" feminino, e isto me fez pensar em quanto tempo é perdido na procura deste tal ponto. Em tempos que muitas mulheres ainda não descobriram sequer o orgasmos, há quem se preocupe com ponto "G". Para mim não há um ponto especifico, somos muito mais que um pontinho no meio de alguma coisa. Creio que um homem encontra o ponto "G" de uma mulher, quando deixa de fraciona-la como "Jack", dividindo-a em boca,seios, vagina e ânus. Partes estas únicas na visão de um homem, pois acreditam se-las as que lhes oferecem prazer. Os homens desconhecem que podem levar uma mulher ao orgasmo, com sua inteligência, sutileza, bom humor e adequação ao reconhece-la como um ser bem mais complexo do que aquele que é admirado por tem uma "bunda" grande. O fato é, que devemos perceber que o maior ponto "G" nas relações homemXmulher, é o respeito mútuo, a disponibilidade em ouvir,em doar-se,em não mentir. Sei, estou sendo utópica, mas não custa nada sonhar com um homem que queira ouvir nossas palavras e não só nossos gemidos. E segue a saga em busca dos pontos "Gs", bobagem , o maior ponto "G" é ser feliz. E o bom é poder experimentar não so o "G", mas de A-Z, não esquecendo que voltou para o alfabeto o W,Y,K (risoss). E mais, em tempos de relações fugazes, sexo casual,será que existe um homem com a pretenção de ser o descobridor do ponto "G"? Vamos falar sério.....

sábado, 6 de junho de 2009

Estamos Fazendo Sexo ou Amor???

É sábado aqui nessa cidade riograndense, a sexta-feira foi até tranquila para a realidade em que trabalho. Fim de tarde com amigas e depois surpresas agradáveis de começo de noite.
Aqui a lua cheia está radiante, iluminando essa noite fria de finalzinho de outono. Assim como nas marés, a lua influencia nossa libido e todos os instintos ligados ao prazer.
Em dias de relações fugazes, descomprometidas e até mesmo anônimas, o sexo como ato vem se mutando ao longo das décadas.
Lá na minha adolescência, fantasiamos o sexo por amor, na época da minha mãe o sexo era sem orgasmos femininos e com o intuito de procriar.
Hoje com meus 44 anos bem vividos, me dou conta que essa geração do século XXI, vivência o sexo com liberdade e libertinagem. Talvez já tenhamos parado para repensar nossa condição de "macho" e "fêmea", ou ainda de certa forma estejamos apenas passando em sigilo pela nossa sexualidade.
Parece papo de doido, mas não é, por mais que saibamos que o o sexo faz parte do estar vivo, muitas pessoas ainda o encaram com tabus e pudores.
As vezes a afetividade, deixa de ser ponto chave para um bom e prazeroso encontro dos sexos opostos(ou não tão opostos assim). A bem da verdade, é necessário assumirmos que fazer sexo está cada vez mais fácil, pois buscamos prazer e sensações emergenciais.
Para mim particularmente, sexo é liberdade de expressão e ação, encontro de duas pessoas despudoradas e liberais a ponto de encararem o sexo como algo que transcende o matrimonio ou contratos vitalícios de vida a dois.
Então deixo aqui uma pergunta para que possamos refletir, e que se encontre as respostas para algumas vontades que por vezes nos invadem, aquela vontade de ter alguém para cuidar e ser cuidado. O que é fazer sexo, ter orgasmos ou construção de um dueto de afeto?
Mas chega de devaneios, é sábado, dia de festas, namoros , flertes e resgate das energias perdidas durante a semana escravizante. E como diz Arnaldo Jabor: "Amor é cristão,Sexo é pagão,Amor é latifúndio,Sexo é invasão,Amor é divino,Sexo é animal,Amor é bossa nova,Sexo é carnaval".