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sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Sexta-feira, Finalmente

Chegou a sexta-feira, eu sumi mesmo, não estou inspirada. Por aqui muito sol e temperaturas primaveril. As vezes parece que o RS se encontra em outro país, temos varias estações em um dia só.
Ainda está ai a gripe A, as idas e vindas políticas tanto no palácio piratini , quanto lá no planalto central. As escolas ainda em recesso, segundo a OMS ainda conviveremos com o H1N1 por algum tempo a mais.
Aviões ainda caindo e matando centenas de pessoas, China e Japão com as tragédias causadas pela natureza e igualmente fatais. A violência ainda vitimizando famílias.
Parece que que o mundo resolveu se unir para protagonizar notícias não tão revigorantes. Sinceramente é meio "broxante", ficamos assim perdidos diante da mesmice, somos seres dinâmicos,ou deveríamos ser, mas confesso não ter tesão as vezes.
Mas é sexta-feira, o dia perfeito para esquecermos as mesmices sociais, abrir as grades e soltar as feras, afinal quase tudo ou tudo é permitido sexta a noite. E se pintar a ressaca moral, teremos o fim de semana para curá-la, protegidos no ócio.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Aprendendo a Ser Apenas Gente....

Quarta-feira de novo, para quem leu o meu post de ontem, no final do mesmo escrevi sobre as ambivalencias dos acontecimentos e sentimentos. E por coincidência ou não, o dia foi bastante complicado.
É inevitável quando escolhemos como ofício cuidar de gente, não haver uma dose de envolvimento afetivo, os vínculos afetivos só se estabelecem quando há disponibilidades e sabemos que nenhuma teoria cientifica é mais eficaz que se estar inteiro para reconhecer a dor do outro.
Quando escolhi ser psicóloga, fiz essa escolha por acreditar que vale a pena se investir no semelhante, que oferecer acolhimento é um grande antídoto para muitas tristezas.
Tenho me deparado com situações de estados solitários desumanos, de misérias emocionais e desamparo. Confesso que as vezes peco por ser assim, um recepitaculo das mazelas humanas, mas escolhi e já não posso desistir.
Quando somos mães, pais, irmãos, avós,ou qualquer outro grau de parentesco, seja esse por consanguiniedade ou afinidade, cada historia que nos chega acabamos por nos identificar. Anti ético? pode até ser aos olhos dos conselhos profissionais, mas para o que precisa é um ato de reconhecimento e valorização da sua condição de desamparado.
Estou longe de ser a perfeição de atos, mas tento tirar dos meus erros um mapa para acertar logo mais a frente. Um desabafo de quem todos os dias precisa superar seus próprios conflitos em prol do semelhante.
Uma boa quarta-feira a todos nós.