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domingo, 28 de fevereiro de 2010

Perplexidade ...

Como pensar em escrever sobre amenidades diante de tantas barbáries acontecendo ao nosso redor? Tento inúmeras vezes deixar textos mais leves, mas vivo em um mundo com tanta rotatividade de acontecimentos que o fútil é fútil.

No Brasil o Sr. Lula da Silva, fã declarado do Sr. Fidel Castro, em visita a Cuba, deparou-se com a morte de um anti - Fidel que se encontrava em greve de fome a mais de 3 meses, e Lula é o representante maior da democracia brasileira. Um contra ponto que gera controvérsias.

Aqui em Porto Alegre, minha cidade, foi assassinado o secretário de saúde do governo do Sr. Fogaça, não se sabe se por vingança ou tentativa de roubo seguida de morte. Nesta mesma cidade três adolescentes morrem carbonizados,ao terem sua casa incendiada ,até agora o suspeito por atear fogo foi o próprio pais das vítimas.

O Chile, país que forma a América do Sul, foi atingido por um terremoto , que trouxe mortes e destruição. Mais uma vez a natureza colocando preço por ter sido tão maltratada por humanos, supostamente racionais.

No Havaí e no Japão tzunamis engolem tudo que encontram pela frente, deixando desabrigados, mortos e feridos,de corpo e de alma. Sinceramente parece que as profecias irão se cumprir.

E ainda há pessoas que se compadecem com os confinados do Big Brother Brasil, seria isso uma fuga da realidade? Prefiro absterme do olhar psicológico, não seria imparcial na minha análise.

O que mais dizer? Vamos aguardar novos capítulos desta novela chamada, "sobrevivência humana”. Bom domingo a todos nós.

terça-feira, 30 de junho de 2009

Instigantemente Humanos!!!!!

Madruga de terça-feira, gelada,com muito vento,depois de uma segunda-feira que teve temperatura de 25° e temporais, a madrugada não poderia ser diferente.
Já falei muito em meus textos sobre relacionamentos humanos,suas diversidades,dificuldades e egoísmos. Um assunto por vezes monótono, repetitivo, mas de grande relevância para quem se relaciona com o seu semelhante(os humanos).
Desde a minha adolescência sempre tive muita facilidade nas minhas relações interpessoais,talvez daí tenha saído minha vontade em ser psicóloga,ou não, tudo é muito relativo.
As vezes vivenciamos situações que acabam por nos colocar em "xeque", como um teste para nossas referencias de carater. Aliás somos testados diariamente,seja em casa, no trabalho ou em nossas relações sociais e afetivas.
Há uma necessidade emergencial em se adquirir poderes de desvendar o outro, como se pudéssemos desecá-los e descobrir seus mistérios. Somos uma espécie sugenires, por que nosso comportamento é mutante,diferente dos demais seres vivos que possuem seus ciclos comportamentais pré estabelecidos.
Matamos sem causa aparente, odiamos e amamos na mesma intensidade e na mesma velocidade, possuímos distúrbios de humor sem motivos reais, fazemos sexo sem a intenção de procriar,apenas por prazer e sem planos de continuidade.
Somos de fato seres instigantes,excitantes e indecifraveis, somos apaixonadamente humanos. Embora nos decepcionamos mutuamente, não conseguimos ficar distantes uns dos outros, por isso é muito bom viver em grupo e compartilhar de aprendizado diários.

terça-feira, 9 de junho de 2009

(Ambi)Valentemente Humanos!!!

Passou o fim de semana, sobrevivemos a segunda-feira, por aqui frio daqueles de "renguiar cusco". Cada dia mais complicado deixar a cama as 6h da matina quando o despertador insiste em nos atirar ao mundo real.
Por falar em mundo e real ou realidade, estamos vivenciando dias terminais, aviões que insistem em cair, centenas de vidas perdidas e corpos desaparecidos. Situações que nos fazem ter certezas de que aqui realmente só estamos de passagem.
Somos passageiros de uma nave, desgovernada por nossos atos e comportamentos suicidas. Nosso modo egocêntrico de julgar-nos intocáveis e infinitos, acaba por nos fazer crer em uma onipotencia utópica e desastrosa.
As vezes me questiono enquanto ser pensante, racional e por vezes emocional, não um questionamento vago ou pueril, mas me faço dezenas de perguntas na tentativa de me descobrir.
Com certeza, quase todos nós já tenhamos nos perguntado o porquê nos deixamos servir de moedas de troca, porquê muitas vezes nos deixamos usar como halibe de supostos "querer bem".
Não sem decepcionar-me constato que somos o que deixam que sejamos, procuramos tristemente muitas vezes agradar a terceiros, mesmo que isso seja uma violência contra nossas crenças.
E seguimos a ganhar migalhas afetivas por puro medo de nos sentirmos sozinhos e desprotegidos. Quando noticias de mortes, de violências nos chegam e chocam, paramos perplexos a nos perguntar quem somos nós nessa terra de gigantes.
Vou confessar que ando muito decepcionada com minhas escolhas, atos e comportamentos, e tal constatação me deixa com um sentimento de orfanilidade(orfã), ou como cantava Caetano Veloso: " Sem lenço e sem documento".
Mas ainda é terça-feira, e sem medo de errar digo que ainda viveremos experiências ambivalentes essa semana, que nos fará amarmos-nos e odiarmos-nos com a mesma intensidade.