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quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Vivenciando o Luto e Renascendo...

A vida é constituída de muitos ganhos, mas também de muitas perdas, tudo isso forma o equilíbrio do existir.Dentre essas perdas esta a morte, seja a morte do corpo ou a morte de projetos afetivos,laborais.
A morte deprime, nos fornece sentimentos ambivalentes,que nos desorganiza, e isso é elaborado com o luto, constituído de começo,meio e fim.Superada essas fases a dor,a revolta,eles se transformam em saudades e mais tarde em lembranças que farão parte dos nossos registros em arquivos cerebrais.
Preocupa-me são as pessoas, que passam por esse mundo terreno, indiferentes as sensações e sentimentos que mobilizam o nosso existir. Na psicologia chamamos de "Belle Indiference",onde nada parece atingi-las, caminham robotizadas e não reconhecem afetos, tudo é fugaz e mecânico.
Procuro fugir das situações que possam me machucar, porém não me escondo quando essas dores são inevitáveis, pois sei que se vive-las intensamente eu estarei forte e reestruturada quando o luto for superado.E hoje superei, vivi cada fase e estou forte e feliz.
Assim como os ganhos, que são vivenciados intensamente, as perdas devem ser vividas ,pois será essa entrega que irá nos fornecer a resiliência necessário para que sejamos possuidores de uma saúde mental plena.
Então, não se esconda das suas perdas, viva cada fase, ressurja sempre ,pois será isso que lhe dará certezas de que viveu intensamente. Ah! e não fuja do afeto, aprenda a dar e receber.

segunda-feira, 12 de julho de 2010

É Preciso Seguir....

Madrugada de segunda-feira, ainda acordada e revendo o fim de semana. Por aqui às vezes frio, em outro momento calor. Como a representar a ambigüidade dos sentimentos, ou seria ambivalência?

Acabou a copa do mundo de futebol, parabéns aos espanhóis, agora chegada à hora de voltarmos ao mundo real, sem vuvuzelas ou jabolanis. O mundo continua redondo, porém o jogo é outro.

Como complicamos o que é simples, às vezes sem querer, em outras deliberadamente. Usamos de dissimulações, de jogos dúbios e por vezes desleais na tentativa de obter controle sobre o que não tem controle.

Em meio a este turbilhão de sentimentos que parecem não combinar, eis que é encontrado um Oasis, o encontro das amizades. Como é bom poder rir entre amigos, não precisar usar mascaras ou interpretar papeis que em nada condizem com nossa personalidade.

O que lamento é que ainda existam pessoas que resistem a assumirem seus afetos, seus querer bem, e se disfarçam em cenas de bobo da corte, como a querer divertir a si próprio, enrolado em suas próprias mentiras.

Mas é hora de assumirmos nossa cara real, seguir em frente, mesmo que as decepções por vezes deixem nublados nossos pensamentos, mas como na natureza, embora chova o sol nunca deixa de chegar no horário marcado.

Uma exuberante semana a todos nós...